sábado, 16 de agosto de 2014

Messianismo (Aula de 15/08/2014) - Língua e Cultura Hebraica - Professor Darlyson

Nesta primeira aula o Professor Darlyson fez apresentação da Disciplina "Língua e Cultura Hebraica" informando os seguintes pontos que serão estudados no decorrer do semestre:

1. Judaísmo Antigo
2. Introdução Bíblica Hebraica
3. História de Israel no Antigo Testamento
4. Instituições de Isarel no Antigo Testamento
5. Calendário e Festas
6. Literatura Hebraica
7. Língua Hebraica

Será usado o livro de Claude Tassin (Edições Paulinas): "O Judaísmo: do exílio ao tempo de Jesus".

A seguir ele nos introduziu pelo Judaísmo Antigo e no final da aula, para quem não anotou, vai a matéria que ele ditou:

MESSIANISMO


(Ciro o Rei da Pérsia é mencionado nas Escrituras como o Ungido de Deus. Havia a profecia bíblica do Messias que viria.)

Quatro elementos que indicam a centralidade do messianismo:

1) os usos da terminologia, particularmente do equivalente grego messias, sugerem um uso bem difundido na oralidade (isto é, a palavra messias era uma palavra pública, popularizada);

2) o uso frequente e consistente da terminologia geraria certo nível de unidade e coerência, contrariando a visão de que as noções messiânicas eram totalmente díspares e inconsistentes (havia coerência no significado das palavras);

3) as expectativas messiânicas originaram narrativas relativamente detalhadas do advento, guerras e reino do messias (inúmeros apocalipses);

4) o vocabulário messiânico, bem como as noções que cercam o conceito, derivam do Antigo Testamento, e é nesta coleção que se encontra o ideário a partir do qual as concepções posteriores se desenvolvem (a expectativa messiânica não foi inventada).

OBS.: As anotações entre parênteses não foram ditadas pelo professor, são anotações da explicação que ele deu.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Esquentando os motores (3º Semestre): Introdução à Teologia do Antigo Testamento - Parte 1



INTRODUÇÃO À TEOLOGIA DO ANTIGO TESTAMENTO (REFERENTE AULA PROFESSOR GENILSON)
Bem-vindos todos colegas.
Chegamos ao Terceiro Bimestre com a graça de Deus.
Esse texto eu encontrei na internet e acho que vai ajudar a gente a ficar cobra no assunto. Como poderemos perceber, ainda não há um consenso sobre o objeto da disciplina, mas o conteúdo abaixo vai nos ajudar a nos situar sobre o assunto. Depois posto a segunda parte.
Bom proveito turma.
Antônio.
1. Conceito e Definição
O conceito de Teologia do Antigo Testamento está enlaçado ao conceito de “teologia”. Por definição, se entendermos “teologia” como sendo “o estudo de Deus e de sua revelação ao homem”, consequentemente a Teologia do Antigo Testamento será “o estudo de Deus e de sua revelação ao homem no Antigo Testamento”. Ao considerarmos que “do” refere-se à “pertencendo a”, o substantivo “teologia” estaria subordinado ao Antigo Testamento, levando-nos a considerar uma “teologia que pertence singularmente ao Antigo Testamento”. Entretanto, o título “Antigo Testamento”, possuiu uma identidade especial, pois se reconhece o “Antigo Testamento” como uma unidade na Escritura Sagrada na qual os cristãos combinam e contrastam com o Novo Testamento. Portanto, Teologia do Antigo Testamento “é o estudo de Deus e de sua revelação ao povo eleito segundo os escritos desse mesmo povo e que, por conseguinte, se difere da revelação de Deus por meio de Cristo”.
É sabido, porém, que o Antigo Testamento é um conjunto de 39 livros no cânon cristão, escritos em épocas distintas por diferentes hagiógrafos. Quanto à literatura, o Antigo Testamento possui diversificadas características literárias que vão desde a prosa até ao gênero apocalíptico. Consequentemente, uma Teologia do Antigo Testamento deve contemplar todas essas extensões quer sejam temporais, culturais ou literárias.
Não somos escusados de frisar de que a Teologia do Antigo Testamento se insere dentro da divisão da Teologia conhecida como Teologia Bíblica. Esta por sua vez, se ocupa também da Teologia do Novo Testamento. O propósito da Teologia Bíblica, segundo Ladd “é de expor a teologia encontrada na Bíblia em seu próprio contexto histórico, com seus principais termos, categorias e formas de pensamentos”. Isto posto, uma teologia bíblica do Antigo Testamento deve considerar os graus de desenvolvimento da revelação divina no Antigo Testamento e ser mais descritiva do que prescritiva, isto é, descrever o conteúdo teológico do Antigo Testamento e, não diretamente ocupar-se de sua aplicação, atualização ou acomodação bíblica.
O encadeamento lógico dessas proposições leva-nos a seguinte definição: “Teologia do Antigo Testamento é a disciplina da Teologia Bíblica que estuda a pessoa, atributos, revelação de Deus, e sua aliança com o povo eleito considerando a progressividade da revelação, os escritos e estilos literários do cânon judaico do Antigo Testamento”.
Embora redundante, urge ressaltar que a Teologia do Antigo Testamento difere-se do estudo denominado de Introdução ao Antigo Testamento. Enquanto o primeiro se ocupa da teologia bíblica nos livros veterotestamentário, o segundo trata dos aspectos pertinentes ao cânon, texto, data, autoria, composição, estrutura e comentário descritivo de cada livro sem deter-se em sua teologia específica. As duas disciplinas formam uma díade e são igualmente necessárias para a compreensão das Escrituras.
2. Definição e Conceito Segundo Alguns Teólogos
O Dr. Asa Routh Crabtree define a Teologia do Antigo Testamento como: A Teologia do Velho Testamento é o estudo dos atributos de Deus e o propósito das suas atividades na história e na vida do povo de Israel, de acordo com a doutrina da revelação divina nos livros sagrados deste povo.
R. K. Harrison, professor de Antigo Testamento do Wycliffe College, define a disciplina nos seguintes termos: A Teologia do Antigo Testamento esforça-se para expor, do modo mais ordenado possível, as grandes declarações da verdade divina que ocorrem nesses escritos.
Tais afirmações podem incluir revelação direta ou proposicional da parte de Deus a respeito da Sua natureza e Seus propósitos, proclamações feitas por profetas e outros de temas ou aspectos específicos da Torá e do seu significado para os receptores.
Segundo Paul Francis Porta, a Teologia Bíblica do Antigo Testamento enfatiza a importância teológica de diversos livros ao revelarem-se no desenrolar gradual da mensagem redentora.
Outros autores que tratam da Teologia do Antigo Testamento preferem definir Teologia Bíblica em vez de considerar especificamente o título, pois existem muitas controvérsias a respeito do tema. Ralph L. Smith afirma que a literatura básica da disciplina nos últimos 50 anos tem demonstrado pouca concordância quanto à natureza, tarefa e metodologia dessa disciplina. De acordo com John McKenzie, na obra “A Teologia do Antigo Testamento” a Teologia bíblica é a única disciplina ou subdisciplina no campo da teologia que carece de princípio, métodos e estrutura que recebam aceitação geral. Nem mesmo existe uma definição geral de seu escopo.
Concernente a definição, escopo e metodologia, o teólogo Gerhard von Rad, afirma que a Teologia do Antigo Testamento ainda é uma ciência jovem, uma das mais jovens dentre as ciências bíblicas. (...) Predomina a característica de não ter ainda havido um acordo perfeito quanto ao domínio que lhe é próprio.
Essa falta de consenso entre os teólogos a respeito do assunto têm suscitado calorosas disputas. Um exemplo vislumbra-se no “Prefácio da Quarta Edição” de von Rad onde ele justifica o seu método diacrônico e responde ao teólogo W. Eichrodt e F. Baumgärtel as críticas ao seu método. Consequentemente, a delimitação e definição do tema conduzem a outra controvérsia não menos importante: o método empregado para se chegar a uma Teologia do Antigo Testamento.
3. Excurso sobre os Métodos de Teologia do Antigo Testamento
De acordo com o teólogo K.H. Harrison uma teologia do Antigo Testamento para ser formulada com sucesso precisa considerar:
O significado que as palavras e os escritos tinham para aqueles que os receberam originalmente;
Deve estar firmemente baseada numa tradição tão fiel ao texto original quanto possível, considerando os problemas de transmissão textual e o fato de algumas palavras hebraicas ainda terem significados desconhecidos;
Manter o devido equilíbrio entre um método de investigação histórico e objetivo e o conceito de uma revelação autorizada e definitiva de Deus em forma escrita;
Por fim, o pensamento dos escritores do Antigo Testamento não deve restringir-se aos interesses que dizem respeito à religião ou à vida dos hebreus antigos. Deve considerar parte da revelação contínua de Deus que chega ao seu ponto culminante na proclamação neotestamentária da Sua graça redentora em Cristo.
Segundo o teólogo Kaiser Jr. a teologia do Antigo Testamento é a disciplina mais exigente dos estudos veterotestamentários, e que o escopo dessa disciplina tem desencorajado a maioria dos estudiosos, até mesmo aqueles que estão no fim das suas carreiras acadêmicas.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

22ª Conferência de Escola Dominical CURITIBA/PR Dias 18 a 21/09/2014 (Quem gostaria de ir?)



22ª Conferência de Escola Dominical CURITIBA/PR
Dias 18 a 21/09/2014
Programação

DIA 18/09 (QUINTA-FEIRA)

MANHÃ:
09h às 18h – Credenciamento
NOITE:
19h30 às 21h – Culto de Abertura
Palavra de Boas-vindas: PR. WAGNER TADEU GABY
(Presidente da Igreja Assembleia de Deus em Curitiba/PR)
Pregador: Pr. JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA
(Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil)

DIA 19/09 (SEXTA-FEIRA)

MANHÃ:
9h às 09h30 – Devocional
9h30 às 10h30 – 1ª Plenária – DR. RONALDO RODRIGUES DE SOUZA
11h às 12h – 2ª Plenária – PR. CÉSAR MOISÉS

9h30 – Contribuições da Educação Cristã Pentecostal na transformação da sociedade – A Educação Cristã Pentecostal, do ponto de vista clássico, ocupa hoje a vanguarda do nosso país, representada que está pelas Assembleias de Deus que acabaram de completar 100 anos. Nesse momento, é inevitável que surjam perguntas de ordem bastante prática: Quais as contribuições sociais que a Escola Dominical, à parte do mandamento bíblico, pode apresentar como justificativas de sua existência? O que os alunos que, tradicionalmente, frequentam as aulas dominicais apresentam de transformações práticas e efetivas em suas respectivas comunidades? Quais os resultados, em termos concretos, os dirigentes e os alunos apresentam como prova de aprendizagem e sensibilidade em relação à mensagem do Evangelho? Dr. Ronaldo Rodrigues de Souza – RJ

11h – Fé e Razão — Há possibilidade de ambas coexistirem na pós-modernidade? – A quem afirme que a fé é algo ilógico, enquanto que a razão, por si só, é científica. Esta, porém, não é a verdade. A fé pode ser inexplicável — como o pensamento e o amor, por exemplo —, mas nem por isso é irracional. É plena e perfeitamente possível a convivência de ambas, sem a que a existência de uma implique na extinção da outra. Pr. César Moisés – RJ

TARDE:
12h às 14h – Almoço
14h às 16h15 – Seminários
16h30 às 17h30 – Workshops
NOITE:
18h às 19h – Jantar
19h30 às 20h – Devocional
20h às 21h – 3ª Plenária – PR. ELIENAI CABRAL

20h – Fervor espiritual e racionalidade. – “Estudar torna o crente ‘frio’ espiritualmente”. Quantas vezes já ouvimos essa expressão? Parece que ela já não é mais tão utilizada, entretanto, tal pensamento ainda exerce sua influência na igreja pentecostal. A relação de esfriamento com estudo (seja este teológico ou mesmo geral) persiste entre nós. É possível ser alguém intelectual e manter-se espiritualmente fervoroso? Qual é o limite, de uma parte e de outra, para que ambas as posturas coexistam? Pr. Elienai Cabral – DF

DIA 20/09 (SÁBADO)

MANHÃ:
09h às 9h30 – Devocional
9h30 às 10h30 – 4ª Plenária – ELAINE CRUZ
11h às 12h – 5ª Plenária – PR. ALEXANDRE

9h30 – É possível produzir uma Educação Cristã que faça sentido na igreja e no mundo? – Esse desafio precisa ser devidamente pensado a fim de que a Educação Cristã não se realize a partir de paradigmas obsoletos e, ao mesmo tempo, não se degenere em aculturação secular. Encontrar o meio-termo entre esses dois extremos é uma das principais tarefas dos educadores cristãos desse tempo. Como desenvolver uma Educação Cristã que faça sentido tanto na igreja como nos relacionamentos “fora dela”? É possível construir uma linguagem cristã que seja utilizável tanto no âmbito religioso como no secular? Elaine Cruz – RJ

11h – Vivendo a verdade que pregamos – No tempo em que vivemos, falar a verdade honestamente é um desafio. Com quem, de fato, devemos estar comprometidos quando pregamos a Palavra? É grande a responsabilidade dos que pregam, pois não podem torcer a mensagem, antes devem simplesmente transmitir o que a Bíblia expõe acerca do assunto. Isso sem mencionar o fato de que só seremos aprovados como pregadores se vivermos o que pregamos. Pr. Alexandre Coelho – RJ

TARDE:
12h às 14h – Almoço
14h às 16h15 – Seminários
16h30 às 17h30 – Workshops
NOITE:
18h às 19h – Jantar
19h30 às 20h – Devocional
20h às 21h – 6ª Plenária – PR. ANTONIO GILBERTO

20h – O relevante papel da Escola Dominical em um mundo relativista. – Solidificar os fundamentos, resgatar valores e instruir as novas gerações é a atitude mais sensata que podemos ter nessa época que estamos atravessando. Para isso, um programa realmente sólido de Educação Cristã precisa contar com a Escola Dominical. Esta, se possuir um currículo bem elaborado e abrangente, cumpre um papel extremamente relevante, preparando as crianças, adolescentes e jovens a viverem a vida cristã de forma intensa e prazerosa, tornando-os verdadeiros defensores da fé. Pr. Antonio Gilberto – RJ

DIA 21/09 (DOMINGO)

MANHÃ:
09h às 9h15 – Devocional
9h15 às 10h15 – 7ª Plenária – PR. CLAUDIONOR DE ANDRADE
10h15 às 11h15 – 8ª Plenária – JOANE BENTES

9h – Verdade Absoluta — A verdade cristã em uma era de descrença. – Desde o advento da pós-modernidade, o mundo ocidental vem experimentando uma gradual mudança em sua forma de pensar. O relativismo instaurou a ideia de que os valores judaico-cristãos não são capazes de nortear a conduta humana. O que fazer diante desse desafio? Resgatar a noção de verdade absoluta, pois somente voltando aos fundamentos é que podemos ter esperança de construir uma sociedade mais justa e ética. Pr. Claudionor de Andrade – RJ

10h – Ensinando a Família – A Educação Cristã não é uma atividade apenas para professores de Escola Dominical, esses, aliás, foram designados para preparar a Igreja. A instrução bíblica dos filhos é trabalho cuja responsabilidade recai sobre a família. Como conscientizar a família da importância do ensino bíblico? Joane Bentes – PR

11h15 às 12h30 – Culto de Encerramento – Pr. JOSÉ WELLINGTON COSTA JÚNIOR (Presidente do Conselho Administrativo da CPAD)
12h30 – Entrega dos Certificados


Seminários

Dias 19 e 20 de setembro

Horários:
1º Período: 14h às 15h
Intervalo: 15h às 15h15
2º Período: 15h15 às 16h15

Grupo A – Superintendentes e Pastores

1. Planejamento: organizando as ações educativas para o desenvolvimento integral do aluno – Não existe instituição de ensino sem planejamento. A Escola Dominical enquanto instituição de ensino religioso necessita planejar suas ações pedagógicas para alcançar seus objetivos e ajudar os alunos a desenvolverem suas competências. As principais questões relacionadas ao planejamento que se pretende abordar são: Por que planejar? Como elaborar um planejamento que contribua para o desenvolvimento de competências? Pr. César Moisés - RJ

2. Como combater a evasão na ED e garantir o seu crescimento quantitativo e qualitativo – Algumas igrejas, no Brasil, têm experimentado um crescimento quantitativo e qualitativo da ED. Todavia, sabemos que precisamos avançar e alcançar a meta de ter cada membro da igreja como aluno da ED. As principais questões relacionadas à evasão e ao crescimento qualitativo e quantitativo que se pretende abordar são: Como proceder para que cada membro da igreja se torne um aluno da ED? Quais são os fatores que contribuem para o crescimento da ED? Pr. Eliezer Morais – RS

Grupo B – Professores de Adultos

1. Trabalhando com a Classe da Melhor Idade na Escola Dominical – Ensinar adultos é uma arte que requer habilidades muito específicas. Quando se fala em ensinar adultos da “melhor idade”, a questão torna-se ainda mais séria. Como ensinar a alguém com tanta experiência? Quais doutrinas ainda podem ser ensinadas a pessoas cujo tempo que servem ao Senhor ultrapassa meio século, por exemplo? Qual o melhor método de ensino para esse grupo tão especial da igreja? Profª Helena Figueiredo – RJ

2. Trabalhando com a Classe de Casais na Escola Dominical – Não há dúvida que a família sempre foi alvo de ataques. Desde o Éden, o primeiro casal sofreu a investida inimiga e, infelizmente, cedeu, provocando todos os males que se abatem sobre o mundo. Por esse aspecto, é óbvia a importância de uma classe para casais. Não obstante, como trabalhar com casais em diferentes fases da vida? Um casal que já completou bodas de ouro não possui os mesmos anseios e necessidades de um jovem casal; assim como casais viúvos, ou que contraíram matrimônio na maturidade, iniciam a vida a dois de forma muito distinta de um casal cujos cônjuges têm apenas vinte anos. Sendo a Escola Dominical a mesma para todos, é possível atender satisfatoriamente as diferentes necessidades ou será melhor criar classes segmentadas. Prof.ª Elaine Cruz – RJ

Grupo C – Professores de Jovens

1. Teologia para os jovens: principais discussões – Os jovens ainda apresentam muitas dúvidas em relação a alguns princípios da fé cristã. O professor de jovens deve ter um bom conhecimento teológico para que possa discutir e sanar o questionamento dos jovens. As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Como sabemos que a Bíblia é a Palavra de Deus? Há erros na Bíblia? Existem evidências físicas iniciais no batismo com o Espírito Santo? Qual é o problema do mal? Como o cristão deve aplicar o Antigo Testamento à sua vida? Pr. Esdras Bentho – RJ

2. Estratégias de ensino para o trabalho docente com os jovens – Ensinar os jovens requer uma metodologia específica, porém o que temos visto em algumas classes de ED é a mesmice pedagógica. Domingo após domingo os professores utilizam os mesmos métodos. As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: O que é um método? Existe um método próprio para se trabalhar com os jovens? Por que é preciso variar a metodologia? Deve o método levar o aluno a pensar ou apenas transmitir informação?
Profª Telma Bueno – RJ

Grupo D – Professores de Adolescentes

1. Compreendendo os aspectos físicos, sociais e emocionais da adolescência – Para preparar aulas que sejam dinâmicas, atraentes e que façam com que os adolescentes aprendam, o professor precisa compreender os principais aspectos do desenvolvimento humano. As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: O que é desenvolvimento humano? Quais fatores influenciam o desenvolvimento humano? Quais os principais aspectos do desenvolvimento físico, social e emocional dos adolescentes? Profª Elaine Cruz – RJ

2. Como trabalhar com os principais conflitos da geração teen na Escola Dominical – Os adolescentes estão em uma fase de profundas mudanças. Tais mudanças acabam provocando muitos conflitos, principalmente no aspecto afetivo. As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Quais são os principais conflitos vivenciados pelos adolescentes? A Bíblia tem a resposta para todos os nossos conflitos? Como ajudar o adolescente, mediante o estudo bíblico, a refletir e solucionar alguns de seus dilemas? Pr. Jamiel Lopes – SP

Grupo E – Educação Infantil

1. A música como instrumento de ensino da fé cristã – As crianças gostam de cantar e a música pode ser utilizada como um recurso de ensino. Por intermédio dos cânticos as crianças aprendem as verdades centrais da fé cristã. As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Como utilizar a música como instrumento de ensino? Como escolher a música de acordo com a faixa etária? Qual o cuidado que o professor deve ter ao escolher as músicas?  Profª Anita Oyaizu – SP

2. O professor e o líder de educação infantil – A educação infantil exige que o professor tenha algumas habilidades. Quanto menor a faixa etária, mais complexo se torna o ensino. Não podemos mais aceitar a enganosa ideia de que para trabalhar com educação infantil qualquer pessoa serve. As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Quem está apto a ensinar as crianças? Quais são as competências necessárias para se trabalhar com educação infantil?  Profª Joane Bentes – PR

Grupo F – Educação Especial

1. A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) (síndrome de down, autismo e deficiência mental) na Escola Dominical – Em seu ministério terreno, Jesus não excluía ninguém. Ele ensinou de forma inclusiva. Atendeu aos cegos e coxos. Precisamos seguir o exemplo do Mestre e oferecer um ensino de qualidade para os alunos com necessidades educativas especiais (NEE). As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Como integrar na ED os alunos com necessidades educacionais especiais na ED? Quais as características do aluno autista, com síndrome de down e deficiência mental? Quais os cuidados que o espaço físico requer? Quais recursos podem ser utilizados? Pr. Jamiel Lopes – SP

2. Trabalhando com os surdos na Escola Dominical – A inclusão dos surdos na Escola Dominical é um desafio. Requer professores preparados e que conheçam libras. As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Como integrar o surdo na ED? Existe um método específico para o trabalho com os surdos? Quais recursos podem ser utilizados? Como treinar os professores para o trabalho com os surdos? Profª Siléia Chiquini – PR


Workshops

Dia 19 e 20 de setembro
Horários:
16h30 às 18h

1. Como elaborar e organizar um congresso infantil – Prof.ª Joane Bentes

2. Como organizar o culto infantil – Prof.ª Anita Oyaizu

3. Dinâmicas para o ensino com pré-adolescentes e adolescentes – Pr. Eliezer Morais

4. Como elaborar um plano de aula para pré-adolescentes e adolescentes – Prof.ª Telma Bueno e Prof.ª Helena Figueiredo

5. Como elaborar uma aula dinâmica e criativa para jovens e adultos – pr. Esdras Bentho

6. Dinâmicas para o ensino com adultos – pr. Jamiel Lopes

domingo, 22 de junho de 2014

Olá  meus amigos. A notícia abaixo, embora antiga, muito me impactou.
Estava procurando um livro e fui consultar a internet sobre o autor. O nome dele é Padre Luigi Padovese que escreveu "Introdução à teologia patrística" da Coleção "Introdução às Disciplinas Teológicas" da Edições Loyola.
Como não havia link para compartilhar direto no Facebook, resolvi copiar ela para o Blog.
A cristandade toda precisa estar unida para efetivamente impactar o mundo com o evangelho de Jesus.
Como somos pequenos diante de tão grande tarefa de testemunhar Jesus.
Abraços!

Também tem a mesma notícia em inglês, nos links:
http://www.nytimes.com/2010/06/04/world/europe/04bishop.html?_r=0
http://www.frontpagemag.com/2013/dgreenfield/turkish-muslim-who-murdered-catholic-bishop-while-shouting-allah-akbar-gets-reduced-sentence/

Dom Luigi Padovese, R.I.P.

junho 9, 2010

“Matei o Grande Satã! Alá é grande!”
Foi com estas palavras que o motorista de Dom Luigi Padovese  o assassinou brutalmente com múltiplas facadas e degolamento. O prelado italiano, bispo de Anatolia,  era o presidente da Conferência Episcopal da Turquia.
É esta mais uma morte, mais uma brutalidade contra os cristãos que não alcançará a grande mídia. Afinal, que importa ao mundo que cristãos sejam degolados, não é mesmo?
Mas a violência contra o bispo não ficou em sua cruel morte. As primeiras notícias sobre o lamentável episódio eram de que o assassino, Murat Altun, 26 anos, sofria de depressão e havia passado por um período de loucura repentina, que havia causado a fúria assassina. Esta tese começou a cair quando testemunhas relataram que o covarde criminoso gritou, após o assassinato, as conhecidas palavras “Allah Akbar!” [Alá é grande!], indicando que tratava-se de um assassinato ritual de fundo religioso.
E após esta pífia tentativa de justificar o assassinato por causa de uma suposta momentânea loucura, o motorista e seus defensores resolveram pegar o bonde do anti-catolicismo mundial ao alegar que a morte do prelado foi devido a um suposto homossexualismo do bispo e que este teria abusado do assassino.
Detalhe: o motorista trabalhava para o D. Padovese há 4 anos, ou seja, desde os 22 anos de idade. Acreditar na suposta homossexualidade do bispo e, mais ainda, no tal “abuso” de um homem de 22 anos é tão irreal quanto acreditar que o islamismo é mesmo uma “religião de paz”. As múltiplas facadas e a cabeça que foi quase separada do corpo do bispo contam uma história bem diferente…
E o motorista assassino e seus defensores são covardes ao extremo ao tentarem jogar lama no nome de um homem mesmo após brutalmente assassinado. Mas o fato é que de covardia os fundamentalistas islâmicos entendem bem, pois uma morte como a de D. Padovese não foi a primeira e, infelizmente, parece que não será a última durante um bom tempo.
E é o absurdo da morte do bispo que nos deixa reconhecer uma vez mais a aguda inteligência de S.S. Bento XVI, que em seu discurso em Regensburg alertava exatamente para o absurdo de uma religião que se queira descolada da razão, e também para suas graves conseqüências.
O motorista muçulmano, furiosamente bradando “Allah Akbar!, tendo as mãos ensangüentadas e um bispo morto a seus pés, tristemente ilustra exatamente o que o Papa denunciava há uns poucos anos. E as palavras do imperador bizantino Manuel II,  citadas pelo Papa em sua aula, tornam-se bastante atuais:
“Mostra-me também o que Maomé trouxe de novo, e encontrarás apenas coisas más e desumanas, como a sua ordem de difundir através da espada a fé que ele pregava.”
Fora o tamanho da lâmina, parece mesmo que nada mudou.
Que D. Luigi Padovese descanse em paz e que o Senhor Deus tenha misericórdia de todos nós.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Mensagem recebida no e-mail da turma, enviada pelo Professor Paulo Rós e Convite para Nova turma de Teologia no 2º Semestre de 2014

---------- Mensagem encaminhada ----------


MANÁ DA SEGUNDA
Dezesseis anos servindo às comunidades empresarial e profissional


 A Regra das 10.000 Horas
Por Jim Mathis

 
Servi recentemente como introdutor no Kauffman Center for the Performing Arts em Kansas City, Missouri. O solista e convidado especial foi Joshua Bell, um dos melhores– senão o melhor! – violistas do mundo. Muitas pessoas disseram que ver um concerto dele era uma experiência única na vida. É como a “inundação dos 100 anos” que parece
acontecer a cada punhado de anos. Mas isso não é para diminuir as habilidades e o talento musical de Joshua. Na verdade, a analogia climática não é forçada, porque sua virtuosidade impacta a audiência como uma inundação dos sentidos. 
 
Ouvindo sua performance lembrei-me da chamada “regra das 10.000 horas”. Ela sugere que são necessárias cerca de 10.000 horas de prática ou experiência para que alguém se torne especialista ou domine uma arte. Claro que a qualidade da prática e a extensão do talento ou dom inato também influenciam em certo grau a maestria que se deseja alcançar. 
 
Mas o número parece estar correto. A maioria dos médicos gasta pelo menos 10.000 horas na Escola de Medicina, assim como os Encanadores e Mecânicos provavelmente adquirem cerca de 10.000 horas de experiência durante suas carreiras. Alunos graduados com MBA podem estar altamente instruídos, mas ainda lhes faltam muitas e muitas horas de trabalho e experiência para realmente alcançarem a excelência em suas carreiras profissionais. 
 
Com o que se compara a regra das 10.000 horas? Trabalhar 40 horas por semana durante cinco anos perfazem aproximadamente 10.000 horas. Se uma pessoa praticasse guitarra uma hora por dia, levaria mais de 27 anos para completar as 10.000 horas. 
 
Minha experiência com pessoas de várias profissões parece confirmar esta teoria. As mais realizadas gastaram mais horas do que isso em sua arte. Talentos e dons podem ser superestimados; se você não tentar desenvolvê-los, não atingirá a excelência. Entretanto, a importância do tempo dedicado a aprender e aperfeiçoar habilidades é frequentemente subestimada, já que o trabalho duro e a determinação podem levá-las bem longe.
 
Ouvi dizer que um músico ou um cantor deve repetir uma canção 100 vezes antes de realmente conhecê-la. Na minha profissão, fotógrafo, fiz mais de um milhão de fotos e gastei cerca de 70.000 horas fazendo certo tipo de foto. Confio que isso possa se traduzir num nível aceitável de expertise. É possível produzir milhões de fotos de baixa qualidade,  é claro, ou cantar uma canção de maneira imprópria 100 vezes. Mas falando de modo geral, não há nada que substitua a experiência e a prática. O livro de Provérbios tem muito a dizer sobre isto. Aqui vai uma amostra:
 
Tenha compromisso de longo alcance. Vivemos num tempo em que resultados imediatos são esperados, até exigidos. Mas para algumas coisas não existem atalhos, inclusive para o crescimento profissional. “Quem trabalha a sua terra terá fartura de alimento, mas quem vai atrás de fantasias não tem juízo” (Provérbios 12.11).  
 
Valorize o trabalho que você faz. Se você quer ser conhecido pela qualidade do seu trabalho, deve estar disposto a fazê-lo em quantidade, dedicando-lhe a maior parte do seu tempo. “Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói” (Provérbios 18.9). “Todo trabalho árduo traz proveito, mas o só falar leva à pobreza” (Provérbios 14.23). 
 
Próxima semana tem mais!

MANÁ DA SEGUNDA® é uma reflexão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2013 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.




Sugestões Para Reflexão ou Discussão  
 
1.    O que você pensa da “regra das 10.000 horas”?  É um princípio válido para a realização profissional?
2.    Você já investiu 10.000 horas ou mais fazendo algo em sua vida?  Como você avalia seu grau de realização ou expertise nessa área?
3.    Já que vivemos numa sociedade instantânea, tipo micro-ondas,  como podemos evitar a tentação dos atalhos e estarmos dispostos a dedicar o tempo necessário para alcançar objetivos e metas importantes?
4.    Os versos de Provérbios falam sobre “ir atrás de fantasias” e “só falar”.  Você já observou ou vivenciou isso em sua carreira profissional?  Como eles podem prejudicar o sucesso duradouro?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 10.4; 15.19; 20.4; 22.29; Mateus 5.13-16; Colossenses 3.17,23; Tiago 2.14-17. 
 
1.     Qual seu conceito sobre ética?
2.     Que achou do conceito original de ética como "o lugar onde habitamos"?
3.     Em sua opinião, o que leva o homem a deixar de fazer o que é certo preferindo o oposto?
4.     Que achou do ponto de vista do articulista de que a força que leva o homem a fazer o que ele não quer é o pecado?
Se desejar considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 4.23; Eclesiastes 12.14; Mateus 5.37; 7.12; Marcos 12.17; Filipenses 4.5.


A primeira turma conclui o Curso neste ano e para o segundo semestre deste ano pretendemos formar novas turmas da Faculdade de Teologia na UNIESP, graças a Deus! Os interessados já poderão fazer a inscrição para o Processo Seletivo junto ao Projeto Social na Rua Saldanha Marinho, 915. As aulas são presenciais, matutina ou noturnamente, no período de três anos. Há muitas formas de cursar um Curso Superior de Bacharel em Teologia, reconhecido pelo MEC. Basta agendar a entrevista no Projeto Social pelo telefone (16) 3977-8000. Seja um Teólogo independente de sua Confissão Religiosa! Todos serão bem vindos!