Nesta primeira aula o Professor Darlyson fez apresentação da Disciplina "Língua e Cultura Hebraica" informando os seguintes pontos que serão estudados no decorrer do semestre:
1. Judaísmo Antigo
2. Introdução Bíblica Hebraica
3. História de Israel no Antigo Testamento
4. Instituições de Isarel no Antigo Testamento
5. Calendário e Festas
6. Literatura Hebraica
7. Língua Hebraica
Será usado o livro de Claude Tassin (Edições Paulinas): "O Judaísmo: do exílio ao tempo de Jesus".
A seguir ele nos introduziu pelo Judaísmo Antigo e no final da aula, para quem não anotou, vai a matéria que ele ditou:
MESSIANISMO
(Ciro o Rei da Pérsia é mencionado nas Escrituras como o Ungido de Deus. Havia a profecia bíblica do Messias que viria.)
Quatro elementos que indicam a centralidade do messianismo:
1) os usos da terminologia, particularmente do equivalente grego
messias, sugerem um uso bem difundido na oralidade (isto é, a palavra
messias era uma palavra pública, popularizada);
2) o uso
frequente e consistente da terminologia geraria certo nível de unidade e
coerência, contrariando a visão de que as noções messiânicas eram
totalmente díspares e inconsistentes (havia coerência no significado das
palavras);
3) as expectativas messiânicas originaram
narrativas relativamente detalhadas do advento, guerras e reino do
messias (inúmeros apocalipses);
4) o vocabulário messiânico,
bem como as noções que cercam o conceito, derivam do Antigo Testamento, e
é nesta coleção que se encontra o ideário a partir do qual as
concepções posteriores se desenvolvem (a expectativa messiânica não foi
inventada).
OBS.: As anotações entre parênteses não foram ditadas pelo professor, são anotações da explicação que ele deu.
Blog criado para consolidar os alunos da classe de Teologia da UNIESP de Ribeirão Preto (Turma de 2013 - Período Noturno) no preparo e estudo das matérias a partir do Primeiro Semestre de 2014 “A universidade se encontra na encruzilhada entre a vida e a reflexão, ponto de encontro, fórum de debates entre a procura do conhecimento e a sua aplicação para a vida”. João Paulo II
sábado, 16 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Esquentando os motores (3º Semestre): Introdução à Teologia do Antigo Testamento - Parte 1
INTRODUÇÃO À TEOLOGIA DO ANTIGO TESTAMENTO (REFERENTE AULA PROFESSOR GENILSON)
Bem-vindos todos colegas.
Chegamos ao Terceiro Bimestre com a graça de Deus.
Esse texto eu encontrei na internet e acho que vai ajudar a gente a ficar cobra no assunto. Como poderemos perceber, ainda não há um consenso sobre o objeto da disciplina, mas o conteúdo abaixo vai nos ajudar a nos situar sobre o assunto. Depois posto a segunda parte.
Bom proveito turma.
Antônio.
1.
Conceito e Definição
O
conceito de Teologia do Antigo Testamento está enlaçado ao conceito de
“teologia”. Por definição, se entendermos “teologia” como sendo “o estudo de
Deus e de sua revelação ao homem”, consequentemente a Teologia do Antigo
Testamento será “o estudo de Deus e de sua revelação ao homem no Antigo Testamento”.
Ao considerarmos que “do” refere-se à “pertencendo a”, o substantivo
“teologia” estaria subordinado ao Antigo Testamento, levando-nos a considerar
uma “teologia que pertence singularmente ao Antigo Testamento”. Entretanto, o
título “Antigo Testamento”, possuiu uma identidade especial, pois se reconhece o
“Antigo Testamento” como uma unidade na Escritura Sagrada na qual os cristãos
combinam e contrastam com o Novo Testamento. Portanto, Teologia do Antigo
Testamento “é o estudo de Deus e de sua revelação ao povo eleito segundo os
escritos desse mesmo povo e que, por conseguinte, se difere da revelação de
Deus por meio de Cristo”.
É
sabido, porém, que o Antigo Testamento é um conjunto de 39 livros no cânon
cristão, escritos em épocas distintas por diferentes hagiógrafos. Quanto à
literatura, o Antigo Testamento possui diversificadas características
literárias que vão desde a prosa até ao gênero apocalíptico. Consequentemente,
uma Teologia do Antigo Testamento deve contemplar todas essas extensões quer
sejam temporais, culturais ou literárias.
Não
somos escusados de frisar de que a Teologia do Antigo Testamento se insere
dentro da divisão da Teologia conhecida como Teologia Bíblica. Esta por sua
vez, se ocupa também da Teologia do Novo Testamento. O propósito da Teologia
Bíblica, segundo Ladd “é de expor a teologia encontrada na Bíblia em seu
próprio contexto histórico, com seus principais termos, categorias e formas de
pensamentos”. Isto posto, uma teologia bíblica do Antigo Testamento deve
considerar os graus de desenvolvimento da revelação divina no Antigo Testamento
e ser mais descritiva do que prescritiva, isto é, descrever o conteúdo
teológico do Antigo Testamento e, não diretamente ocupar-se de sua aplicação,
atualização ou acomodação bíblica.
O
encadeamento lógico dessas proposições leva-nos a seguinte definição: “Teologia
do Antigo Testamento é a disciplina da Teologia Bíblica que estuda a pessoa,
atributos, revelação de Deus, e sua aliança com o povo eleito considerando a
progressividade da revelação, os escritos e estilos literários do cânon judaico
do Antigo Testamento”.
Embora
redundante, urge ressaltar que a Teologia do Antigo Testamento difere-se do
estudo denominado de Introdução ao Antigo Testamento. Enquanto o primeiro se
ocupa da teologia bíblica nos livros veterotestamentário, o segundo trata dos
aspectos pertinentes ao cânon, texto, data, autoria, composição, estrutura e
comentário descritivo de cada livro sem deter-se em sua teologia específica. As
duas disciplinas formam uma díade e são igualmente necessárias para a compreensão
das Escrituras.
2.
Definição e Conceito Segundo Alguns Teólogos
O
Dr. Asa Routh Crabtree define a Teologia do Antigo Testamento como: A Teologia
do Velho Testamento é o estudo dos atributos de Deus e o propósito das suas
atividades na história e na vida do povo de Israel, de acordo com a doutrina da
revelação divina nos livros sagrados deste povo.
R.
K. Harrison, professor de Antigo Testamento do Wycliffe College, define a
disciplina nos seguintes termos: A Teologia do Antigo Testamento esforça-se
para expor, do modo mais ordenado possível, as grandes declarações da verdade
divina que ocorrem nesses escritos.
Tais
afirmações podem incluir revelação direta ou proposicional da parte de Deus a
respeito da Sua natureza e Seus propósitos, proclamações feitas por profetas e
outros de temas ou aspectos específicos da Torá e do seu significado para os
receptores.
Segundo
Paul Francis Porta, a Teologia Bíblica do Antigo Testamento enfatiza a
importância teológica de diversos livros ao revelarem-se no desenrolar gradual
da mensagem redentora.
Outros
autores que tratam da Teologia do Antigo Testamento preferem definir Teologia Bíblica
em vez de considerar especificamente o título, pois existem muitas
controvérsias a respeito do tema. Ralph L. Smith afirma que a literatura básica
da disciplina nos últimos 50 anos tem demonstrado pouca concordância quanto à
natureza, tarefa e metodologia dessa disciplina. De acordo com John McKenzie,
na obra “A Teologia do Antigo Testamento” a Teologia bíblica é a única disciplina
ou subdisciplina no campo da teologia que carece de princípio, métodos e
estrutura que recebam aceitação geral. Nem mesmo existe uma definição geral de
seu escopo.
Concernente
a definição, escopo e metodologia, o teólogo Gerhard von Rad, afirma que a Teologia
do Antigo Testamento ainda é uma ciência jovem, uma das mais jovens dentre as ciências
bíblicas. (...) Predomina a característica de não ter ainda havido um acordo perfeito
quanto ao domínio que lhe é próprio.
Essa
falta de consenso entre os teólogos a respeito do assunto têm suscitado
calorosas disputas. Um exemplo vislumbra-se no “Prefácio da Quarta Edição” de
von Rad onde ele justifica o seu método diacrônico e responde ao teólogo W.
Eichrodt e F. Baumgärtel as críticas ao seu método. Consequentemente, a delimitação
e definição do tema conduzem a outra controvérsia não menos importante: o
método empregado para se chegar a uma Teologia do Antigo Testamento.
3.
Excurso sobre os Métodos de Teologia do Antigo Testamento
De
acordo com o teólogo K.H. Harrison uma teologia do Antigo Testamento para ser formulada
com sucesso precisa considerar:
O
significado que as palavras e os escritos tinham para aqueles que os receberam originalmente;
Deve
estar firmemente baseada numa tradição tão fiel ao texto original quanto
possível, considerando os problemas de transmissão textual e o fato de algumas
palavras hebraicas ainda terem significados desconhecidos;
Manter
o devido equilíbrio entre um método de investigação histórico e objetivo e o
conceito de uma revelação autorizada e definitiva de Deus em forma escrita;
Por
fim, o pensamento dos escritores do Antigo Testamento não deve restringir-se
aos interesses que dizem respeito à religião ou à vida dos hebreus antigos.
Deve considerar parte da revelação contínua de Deus que chega ao seu ponto
culminante na proclamação neotestamentária da Sua graça redentora em Cristo.
Segundo
o teólogo Kaiser Jr. a teologia do Antigo Testamento é a disciplina mais
exigente dos estudos veterotestamentários, e que o escopo dessa disciplina tem
desencorajado a maioria dos estudiosos, até mesmo aqueles que estão no fim das
suas carreiras acadêmicas.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
22ª Conferência de Escola Dominical CURITIBA/PR Dias 18 a 21/09/2014 (Quem gostaria de ir?)
22ª Conferência
de Escola Dominical CURITIBA/PR
Dias 18 a
21/09/2014
Programação
DIA 18/09
(QUINTA-FEIRA)
MANHÃ:
09h às 18h – Credenciamento
NOITE:
19h30 às 21h – Culto de Abertura
Palavra de Boas-vindas: PR. WAGNER TADEU
GABY
(Presidente da Igreja Assembleia de Deus
em Curitiba/PR)
Pregador: Pr. JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA
COSTA
(Presidente da Convenção Geral das
Assembleias de Deus no Brasil)
DIA 19/09
(SEXTA-FEIRA)
MANHÃ:
9h às 09h30 – Devocional
9h30 às 10h30 – 1ª Plenária – DR.
RONALDO RODRIGUES DE SOUZA
11h às 12h – 2ª Plenária – PR. CÉSAR
MOISÉS
9h30
– Contribuições da Educação Cristã Pentecostal na transformação da sociedade – A Educação Cristã
Pentecostal, do ponto de vista clássico, ocupa hoje a vanguarda do nosso país,
representada que está pelas Assembleias de Deus que acabaram de completar 100
anos. Nesse momento, é inevitável que surjam perguntas de ordem bastante
prática: Quais as contribuições sociais que a Escola Dominical, à parte do
mandamento bíblico, pode apresentar como justificativas de sua existência? O
que os alunos que, tradicionalmente, frequentam as aulas dominicais apresentam
de transformações práticas e efetivas em suas respectivas comunidades? Quais os
resultados, em termos concretos, os dirigentes e os alunos apresentam como
prova de aprendizagem e sensibilidade em relação à mensagem do Evangelho? Dr.
Ronaldo Rodrigues de Souza – RJ
11h
– Fé e Razão — Há possibilidade de ambas coexistirem na pós-modernidade? – A quem afirme que
a fé é algo ilógico, enquanto que a razão, por si só, é científica. Esta,
porém, não é a verdade. A fé pode ser inexplicável — como o pensamento e o
amor, por exemplo —, mas nem por isso é irracional. É plena e perfeitamente
possível a convivência de ambas, sem a que a existência de uma implique na
extinção da outra. Pr. César Moisés – RJ
TARDE:
12h às 14h – Almoço
14h às 16h15 – Seminários
16h30 às 17h30 – Workshops
NOITE:
18h às 19h – Jantar
19h30 às 20h – Devocional
20h às 21h – 3ª Plenária – PR. ELIENAI
CABRAL
20h
– Fervor espiritual e racionalidade. – “Estudar torna o crente ‘frio’
espiritualmente”. Quantas vezes já ouvimos essa expressão? Parece que ela já
não é mais tão utilizada, entretanto, tal pensamento ainda exerce sua
influência na igreja pentecostal. A relação de esfriamento com estudo (seja
este teológico ou mesmo geral) persiste entre nós. É possível ser alguém
intelectual e manter-se espiritualmente fervoroso? Qual é o limite, de uma
parte e de outra, para que ambas as posturas coexistam? Pr. Elienai Cabral – DF
DIA 20/09
(SÁBADO)
MANHÃ:
09h às 9h30 – Devocional
9h30 às 10h30 – 4ª Plenária – ELAINE
CRUZ
11h às 12h – 5ª Plenária – PR. ALEXANDRE
9h30
– É possível produzir uma Educação Cristã que faça sentido na igreja e no
mundo? – Esse
desafio precisa ser devidamente pensado a fim de que a Educação Cristã não se
realize a partir de paradigmas obsoletos e, ao mesmo tempo, não se degenere em
aculturação secular. Encontrar o meio-termo entre esses dois extremos é uma das
principais tarefas dos educadores cristãos desse tempo. Como desenvolver uma
Educação Cristã que faça sentido tanto na igreja como nos relacionamentos “fora
dela”? É possível construir uma linguagem cristã que seja utilizável tanto no
âmbito religioso como no secular? Elaine Cruz – RJ
11h
– Vivendo a verdade que pregamos – No tempo em que vivemos, falar a verdade
honestamente é um desafio. Com quem, de fato, devemos estar comprometidos
quando pregamos a Palavra? É grande a responsabilidade dos que pregam, pois não
podem torcer a mensagem, antes devem simplesmente transmitir o que a Bíblia
expõe acerca do assunto. Isso sem mencionar o fato de que só seremos aprovados
como pregadores se vivermos o que pregamos. Pr. Alexandre Coelho – RJ
TARDE:
12h às 14h – Almoço
14h às 16h15 – Seminários
16h30 às 17h30 – Workshops
NOITE:
18h às 19h – Jantar
19h30 às 20h – Devocional
20h às 21h – 6ª Plenária – PR. ANTONIO
GILBERTO
20h
– O relevante papel da Escola Dominical em um mundo relativista. – Solidificar os
fundamentos, resgatar valores e instruir as novas gerações é a atitude mais
sensata que podemos ter nessa época que estamos atravessando. Para isso, um
programa realmente sólido de Educação Cristã precisa contar com a Escola
Dominical. Esta, se possuir um currículo bem elaborado e abrangente, cumpre um
papel extremamente relevante, preparando as crianças, adolescentes e jovens a
viverem a vida cristã de forma intensa e prazerosa, tornando-os verdadeiros
defensores da fé. Pr. Antonio Gilberto – RJ
DIA 21/09
(DOMINGO)
MANHÃ:
09h às 9h15 – Devocional
9h15 às 10h15 – 7ª Plenária – PR.
CLAUDIONOR DE ANDRADE
10h15 às 11h15 – 8ª Plenária – JOANE
BENTES
9h
– Verdade Absoluta — A verdade cristã em uma era de descrença. – Desde o advento
da pós-modernidade, o mundo ocidental vem experimentando uma gradual mudança em
sua forma de pensar. O relativismo instaurou a ideia de que os valores
judaico-cristãos não são capazes de nortear a conduta humana. O que fazer
diante desse desafio? Resgatar a noção de verdade absoluta, pois somente
voltando aos fundamentos é que podemos ter esperança de construir uma sociedade
mais justa e ética. Pr. Claudionor de Andrade – RJ
10h
– Ensinando a Família – A Educação Cristã não é uma atividade apenas para
professores de Escola Dominical, esses, aliás, foram designados para preparar a
Igreja. A instrução bíblica dos filhos é trabalho cuja responsabilidade recai
sobre a família. Como conscientizar a família da importância do ensino bíblico?
Joane Bentes – PR
11h15 às 12h30 – Culto de Encerramento –
Pr. JOSÉ WELLINGTON COSTA JÚNIOR (Presidente do Conselho Administrativo da
CPAD)
12h30 – Entrega dos Certificados
Seminários
Dias 19 e 20 de setembro
Horários:
1º Período: 14h às 15h
Intervalo: 15h às 15h15
2º Período: 15h15 às 16h15
Grupo A –
Superintendentes e Pastores
1.
Planejamento: organizando as ações educativas para o desenvolvimento integral
do aluno – Não
existe instituição de ensino sem planejamento. A Escola Dominical enquanto
instituição de ensino religioso necessita planejar suas ações pedagógicas para
alcançar seus objetivos e ajudar os alunos a desenvolverem suas competências.
As principais questões relacionadas ao planejamento que se pretende abordar
são: Por que planejar? Como elaborar um planejamento que contribua para o
desenvolvimento de competências? Pr. César Moisés - RJ
2.
Como combater a evasão na ED e garantir o seu crescimento quantitativo e
qualitativo – Algumas
igrejas, no Brasil, têm experimentado um crescimento quantitativo e qualitativo
da ED. Todavia, sabemos que precisamos avançar e alcançar a meta de ter cada
membro da igreja como aluno da ED. As principais questões relacionadas à evasão
e ao crescimento qualitativo e quantitativo que se pretende abordar são: Como
proceder para que cada membro da igreja se torne um aluno da ED? Quais são os
fatores que contribuem para o crescimento da ED? Pr. Eliezer Morais – RS
Grupo B –
Professores de Adultos
1.
Trabalhando com a Classe da Melhor Idade na Escola Dominical – Ensinar adultos é
uma arte que requer habilidades muito específicas. Quando se fala em ensinar
adultos da “melhor idade”, a questão torna-se ainda mais séria. Como ensinar a
alguém com tanta experiência? Quais doutrinas ainda podem ser ensinadas a
pessoas cujo tempo que servem ao Senhor ultrapassa meio século, por exemplo?
Qual o melhor método de ensino para esse grupo tão especial da igreja? Profª
Helena Figueiredo – RJ
2.
Trabalhando com a Classe de Casais na Escola Dominical – Não há dúvida que
a família sempre foi alvo de ataques. Desde o Éden, o primeiro casal sofreu a
investida inimiga e, infelizmente, cedeu, provocando todos os males que se
abatem sobre o mundo. Por esse aspecto, é óbvia a importância de uma classe
para casais. Não obstante, como trabalhar com casais em diferentes fases da
vida? Um casal que já completou bodas de ouro não possui os mesmos anseios e
necessidades de um jovem casal; assim como casais viúvos, ou que contraíram
matrimônio na maturidade, iniciam a vida a dois de forma muito distinta de um
casal cujos cônjuges têm apenas vinte anos. Sendo a Escola Dominical a mesma
para todos, é possível atender satisfatoriamente as diferentes necessidades ou
será melhor criar classes segmentadas. Prof.ª Elaine Cruz – RJ
Grupo C –
Professores de Jovens
1.
Teologia para os jovens: principais discussões – Os jovens ainda
apresentam muitas dúvidas em relação a alguns princípios da fé cristã. O
professor de jovens deve ter um bom conhecimento teológico para que possa
discutir e sanar o questionamento dos jovens. As principais questões que se
pretende abordar neste seminário são: Como sabemos que a Bíblia é a Palavra de
Deus? Há erros na Bíblia? Existem evidências físicas iniciais no batismo com o
Espírito Santo? Qual é o problema do mal? Como o cristão deve aplicar o Antigo
Testamento à sua vida? Pr. Esdras Bentho – RJ
2.
Estratégias de ensino para o trabalho docente com os jovens – Ensinar os jovens
requer uma metodologia específica, porém o que temos visto em algumas classes
de ED é a mesmice pedagógica. Domingo após domingo os professores utilizam os
mesmos métodos. As principais questões que se pretende abordar neste seminário
são: O que é um método? Existe um método próprio para se trabalhar com os
jovens? Por que é preciso variar a metodologia? Deve o método levar o aluno a
pensar ou apenas transmitir informação?
Profª Telma Bueno – RJ
Grupo D –
Professores de Adolescentes
1.
Compreendendo os aspectos físicos, sociais e emocionais da adolescência – Para preparar
aulas que sejam dinâmicas, atraentes e que façam com que os adolescentes
aprendam, o professor precisa compreender os principais aspectos do
desenvolvimento humano. As principais questões que se pretende abordar neste
seminário são: O que é desenvolvimento humano? Quais fatores influenciam o
desenvolvimento humano? Quais os principais aspectos do desenvolvimento físico,
social e emocional dos adolescentes? Profª Elaine Cruz – RJ
2.
Como trabalhar com os principais conflitos da geração teen na Escola Dominical –
Os
adolescentes estão em uma fase de profundas mudanças. Tais mudanças acabam
provocando muitos conflitos, principalmente no aspecto afetivo. As principais
questões que se pretende abordar neste seminário são: Quais são os principais
conflitos vivenciados pelos adolescentes? A Bíblia tem a resposta para todos os
nossos conflitos? Como ajudar o adolescente, mediante o estudo bíblico, a
refletir e solucionar alguns de seus dilemas? Pr. Jamiel Lopes – SP
Grupo E –
Educação Infantil
1.
A música como instrumento de ensino da fé cristã – As crianças
gostam de cantar e a música pode ser utilizada como um recurso de ensino. Por
intermédio dos cânticos as crianças aprendem as verdades centrais da fé cristã.
As principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Como
utilizar a música como instrumento de ensino? Como escolher a música de acordo
com a faixa etária? Qual o cuidado que o professor deve ter ao escolher as
músicas? Profª Anita Oyaizu – SP
2.
O professor e o líder de educação infantil – A educação infantil exige que o
professor tenha algumas habilidades. Quanto menor a faixa etária, mais complexo
se torna o ensino. Não podemos mais aceitar a enganosa ideia de que para
trabalhar com educação infantil qualquer pessoa serve. As principais questões
que se pretende abordar neste seminário são: Quem está apto a ensinar as
crianças? Quais são as competências necessárias para se trabalhar com educação
infantil? Profª Joane Bentes – PR
Grupo F –
Educação Especial
1.
A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) (síndrome de
down, autismo e deficiência mental) na Escola Dominical – Em seu ministério
terreno, Jesus não excluía ninguém. Ele ensinou de forma inclusiva. Atendeu aos
cegos e coxos. Precisamos seguir o exemplo do Mestre e oferecer um ensino de
qualidade para os alunos com necessidades educativas especiais (NEE). As
principais questões que se pretende abordar neste seminário são: Como integrar
na ED os alunos com necessidades educacionais especiais na ED? Quais as
características do aluno autista, com síndrome de down e deficiência mental?
Quais os cuidados que o espaço físico requer? Quais recursos podem ser
utilizados? Pr. Jamiel Lopes – SP
2.
Trabalhando com os surdos na Escola Dominical – A inclusão dos
surdos na Escola Dominical é um desafio. Requer professores preparados e que
conheçam libras. As principais questões que se pretende abordar neste seminário
são: Como integrar o surdo na ED? Existe um método específico para o trabalho
com os surdos? Quais recursos podem ser utilizados? Como treinar os professores
para o trabalho com os surdos? Profª Siléia Chiquini – PR
Workshops
Dia 19 e 20 de setembro
Horários:
16h30 às 18h
1. Como elaborar e organizar um
congresso infantil – Prof.ª Joane Bentes
2. Como organizar o culto infantil –
Prof.ª Anita Oyaizu
3. Dinâmicas para o ensino com
pré-adolescentes e adolescentes – Pr. Eliezer Morais
4. Como elaborar um plano de aula para
pré-adolescentes e adolescentes – Prof.ª Telma Bueno e Prof.ª Helena Figueiredo
5. Como elaborar uma aula dinâmica e
criativa para jovens e adultos – pr. Esdras Bentho
6. Dinâmicas para o ensino com adultos –
pr. Jamiel Lopes
domingo, 22 de junho de 2014
Olá meus amigos. A notícia abaixo, embora antiga, muito me impactou.
Estava procurando um livro e fui consultar a internet sobre o autor. O nome dele é Padre Luigi Padovese que escreveu "Introdução à teologia patrística" da Coleção "Introdução às Disciplinas Teológicas" da Edições Loyola.
Como não havia link para compartilhar direto no Facebook, resolvi copiar ela para o Blog.
A cristandade toda precisa estar unida para efetivamente impactar o mundo com o evangelho de Jesus.
Como somos pequenos diante de tão grande tarefa de testemunhar Jesus.
Abraços!
Também tem a mesma notícia em inglês, nos links:
http://www.nytimes.com/2010/06/04/world/europe/04bishop.html?_r=0
http://www.frontpagemag.com/2013/dgreenfield/turkish-muslim-who-murdered-catholic-bishop-while-shouting-allah-akbar-gets-reduced-sentence/
Estava procurando um livro e fui consultar a internet sobre o autor. O nome dele é Padre Luigi Padovese que escreveu "Introdução à teologia patrística" da Coleção "Introdução às Disciplinas Teológicas" da Edições Loyola.
Como não havia link para compartilhar direto no Facebook, resolvi copiar ela para o Blog.
A cristandade toda precisa estar unida para efetivamente impactar o mundo com o evangelho de Jesus.
Como somos pequenos diante de tão grande tarefa de testemunhar Jesus.
Abraços!
Também tem a mesma notícia em inglês, nos links:
http://www.nytimes.com/2010/06/04/world/europe/04bishop.html?_r=0
http://www.frontpagemag.com/2013/dgreenfield/turkish-muslim-who-murdered-catholic-bishop-while-shouting-allah-akbar-gets-reduced-sentence/
Dom Luigi Padovese, R.I.P.
junho 9, 2010
“Matei o Grande Satã! Alá é grande!”
Foi com estas palavras que o motorista de
Dom Luigi Padovese o assassinou brutalmente com múltiplas facadas e
degolamento. O prelado italiano, bispo de Anatolia, era o presidente da
Conferência Episcopal da Turquia.
É esta mais uma morte, mais uma
brutalidade contra os cristãos que não alcançará a grande mídia. Afinal,
que importa ao mundo que cristãos sejam degolados, não é mesmo?
Mas a violência contra o bispo não ficou
em sua cruel morte. As primeiras notícias sobre o lamentável episódio
eram de que o assassino, Murat Altun, 26 anos, sofria de depressão e
havia passado por um período de loucura repentina, que havia causado a
fúria assassina. Esta tese começou a cair quando testemunhas relataram
que o covarde criminoso gritou, após o assassinato, as conhecidas
palavras “Allah Akbar!” [Alá é grande!], indicando que tratava-se de um
assassinato ritual de fundo religioso.
E após esta pífia tentativa de justificar
o assassinato por causa de uma suposta momentânea loucura, o motorista e
seus defensores resolveram pegar o bonde do anti-catolicismo mundial ao
alegar que a morte do prelado foi devido a um suposto homossexualismo
do bispo e que este teria abusado do assassino.
Detalhe: o motorista trabalhava para o D.
Padovese há 4 anos, ou seja, desde os 22 anos de idade. Acreditar na
suposta homossexualidade do bispo e, mais ainda, no tal “abuso” de um
homem de 22 anos é tão irreal quanto acreditar que o islamismo é mesmo
uma “religião de paz”. As múltiplas facadas e a cabeça que foi quase
separada do corpo do bispo contam uma história bem diferente…
E o motorista assassino e seus defensores
são covardes ao extremo ao tentarem jogar lama no nome de um homem
mesmo após brutalmente assassinado. Mas o fato é que de covardia os
fundamentalistas islâmicos entendem bem, pois uma morte como a de D.
Padovese não foi a primeira e, infelizmente, parece que não será a
última durante um bom tempo.
E é o absurdo da morte do bispo que nos
deixa reconhecer uma vez mais a aguda inteligência de S.S. Bento XVI,
que em seu discurso em Regensburg alertava exatamente para o absurdo de
uma religião que se queira descolada da razão, e também para suas graves
conseqüências.
O motorista muçulmano, furiosamente
bradando “Allah Akbar!, tendo as mãos ensangüentadas e um bispo morto a
seus pés, tristemente ilustra exatamente o que o Papa denunciava há uns
poucos anos. E as palavras do imperador bizantino Manuel II, citadas
pelo Papa em sua aula, tornam-se bastante atuais:
“Mostra-me também o que Maomé trouxe de novo, e encontrarás apenas coisas más e desumanas, como a sua ordem de difundir através da espada a fé que ele pregava.”
Fora o tamanho da lâmina, parece mesmo que nada mudou.
Que D. Luigi Padovese descanse em paz e que o Senhor Deus tenha misericórdia de todos nós.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Mensagem recebida no e-mail da turma, enviada pelo Professor Paulo Rós e Convite para Nova turma de Teologia no 2º Semestre de 2014
---------- Mensagem encaminhada ----------
Servi recentemente como introdutor no Kauffman Center for the Performing Arts em Kansas City, Missouri. O solista e convidado especial foi Joshua Bell, um dos melhores– senão o melhor! – violistas do mundo. Muitas pessoas disseram que ver um concerto dele era uma experiência única na vida. É como a “inundação dos 100 anos” que parece
acontecer a cada punhado de anos. Mas isso não é para diminuir as habilidades e o talento musical de Joshua. Na verdade, a analogia climática não é forçada, porque sua virtuosidade impacta a audiência como uma inundação dos sentidos.
Ouvindo sua performance lembrei-me da chamada “regra das 10.000 horas”. Ela sugere que são necessárias cerca de 10.000 horas de prática ou experiência para que alguém se torne especialista ou domine uma arte. Claro que a qualidade da prática e a extensão do talento ou dom inato também influenciam em certo grau a maestria que se deseja alcançar.
Mas o número parece estar correto. A maioria dos médicos gasta pelo menos 10.000 horas na Escola de Medicina, assim como os Encanadores e Mecânicos provavelmente adquirem cerca de 10.000 horas de experiência durante suas carreiras. Alunos graduados com MBA podem estar altamente instruídos, mas ainda lhes faltam muitas e muitas horas de trabalho e experiência para realmente alcançarem a excelência em suas carreiras profissionais.
Com o que se compara a regra das 10.000 horas? Trabalhar 40 horas por semana durante cinco anos perfazem aproximadamente 10.000 horas. Se uma pessoa praticasse guitarra uma hora por dia, levaria mais de 27 anos para completar as 10.000 horas.
Minha experiência com pessoas de várias profissões parece confirmar esta teoria. As mais realizadas gastaram mais horas do que isso em sua arte. Talentos e dons podem ser superestimados; se você não tentar desenvolvê-los, não atingirá a excelência. Entretanto, a importância do tempo dedicado a aprender e aperfeiçoar habilidades é frequentemente subestimada, já que o trabalho duro e a determinação podem levá-las bem longe.
Ouvi dizer que um músico ou um cantor deve repetir uma canção 100 vezes antes de realmente conhecê-la. Na minha profissão, fotógrafo, fiz mais de um milhão de fotos e gastei cerca de 70.000 horas fazendo certo tipo de foto. Confio que isso possa se traduzir num nível aceitável de expertise. É possível produzir milhões de fotos de baixa qualidade, é claro, ou cantar uma canção de maneira imprópria 100 vezes. Mas falando de modo geral, não há nada que substitua a experiência e a prática. O livro de Provérbios tem muito a dizer sobre isto. Aqui vai uma amostra:
Tenha compromisso de longo alcance. Vivemos num tempo em que resultados imediatos são esperados, até exigidos. Mas para algumas coisas não existem atalhos, inclusive para o crescimento profissional. “Quem trabalha a sua terra terá fartura de alimento, mas quem vai atrás de fantasias não tem juízo” (Provérbios 12.11).
Valorize o trabalho que você faz. Se você quer ser conhecido pela qualidade do seu trabalho, deve estar disposto a fazê-lo em quantidade, dedicando-lhe a maior parte do seu tempo. “Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói” (Provérbios 18.9). “Todo trabalho árduo traz proveito, mas o só falar leva à pobreza” (Provérbios 14.23).
Próxima semana tem mais!
MANÁ DA SEGUNDA® é uma reflexão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2013 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL - E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.
Sugestões Para Reflexão ou Discussão
1. O que você pensa da “regra das 10.000 horas”? É um princípio válido para a realização profissional?
2. Você já investiu 10.000 horas ou mais fazendo algo em sua vida? Como você avalia seu grau de realização ou expertise nessa área?
3. Já que vivemos numa sociedade instantânea, tipo micro-ondas, como podemos evitar a tentação dos atalhos e estarmos dispostos a dedicar o tempo necessário para alcançar objetivos e metas importantes?
4. Os versos de Provérbios falam sobre “ir atrás de fantasias” e “só falar”. Você já observou ou vivenciou isso em sua carreira profissional? Como eles podem prejudicar o sucesso duradouro?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 10.4; 15.19; 20.4; 22.29; Mateus 5.13-16; Colossenses 3.17,23; Tiago 2.14-17.
1. Qual seu conceito sobre ética?
2. Que achou do conceito original de ética como "o lugar onde habitamos"?
3. Em sua opinião, o que leva o homem a deixar de fazer o que é certo preferindo o oposto?
4. Que achou do ponto de vista do articulista de que a força que leva o homem a fazer o que ele não quer é o pecado?Se desejar considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 4.23; Eclesiastes 12.14; Mateus 5.37; 7.12; Marcos 12.17; Filipenses 4.5.
| MANÁ DA SEGUNDA Dezesseis anos servindo às comunidades empresarial e profissional Por Jim Mathis |
Servi recentemente como introdutor no Kauffman Center for the Performing Arts em Kansas City, Missouri. O solista e convidado especial foi Joshua Bell, um dos melhores– senão o melhor! – violistas do mundo. Muitas pessoas disseram que ver um concerto dele era uma experiência única na vida. É como a “inundação dos 100 anos” que parece
acontecer a cada punhado de anos. Mas isso não é para diminuir as habilidades e o talento musical de Joshua. Na verdade, a analogia climática não é forçada, porque sua virtuosidade impacta a audiência como uma inundação dos sentidos.
Ouvindo sua performance lembrei-me da chamada “regra das 10.000 horas”. Ela sugere que são necessárias cerca de 10.000 horas de prática ou experiência para que alguém se torne especialista ou domine uma arte. Claro que a qualidade da prática e a extensão do talento ou dom inato também influenciam em certo grau a maestria que se deseja alcançar.
Mas o número parece estar correto. A maioria dos médicos gasta pelo menos 10.000 horas na Escola de Medicina, assim como os Encanadores e Mecânicos provavelmente adquirem cerca de 10.000 horas de experiência durante suas carreiras. Alunos graduados com MBA podem estar altamente instruídos, mas ainda lhes faltam muitas e muitas horas de trabalho e experiência para realmente alcançarem a excelência em suas carreiras profissionais.
Com o que se compara a regra das 10.000 horas? Trabalhar 40 horas por semana durante cinco anos perfazem aproximadamente 10.000 horas. Se uma pessoa praticasse guitarra uma hora por dia, levaria mais de 27 anos para completar as 10.000 horas.
Minha experiência com pessoas de várias profissões parece confirmar esta teoria. As mais realizadas gastaram mais horas do que isso em sua arte. Talentos e dons podem ser superestimados; se você não tentar desenvolvê-los, não atingirá a excelência. Entretanto, a importância do tempo dedicado a aprender e aperfeiçoar habilidades é frequentemente subestimada, já que o trabalho duro e a determinação podem levá-las bem longe.
Ouvi dizer que um músico ou um cantor deve repetir uma canção 100 vezes antes de realmente conhecê-la. Na minha profissão, fotógrafo, fiz mais de um milhão de fotos e gastei cerca de 70.000 horas fazendo certo tipo de foto. Confio que isso possa se traduzir num nível aceitável de expertise. É possível produzir milhões de fotos de baixa qualidade, é claro, ou cantar uma canção de maneira imprópria 100 vezes. Mas falando de modo geral, não há nada que substitua a experiência e a prática. O livro de Provérbios tem muito a dizer sobre isto. Aqui vai uma amostra:
Tenha compromisso de longo alcance. Vivemos num tempo em que resultados imediatos são esperados, até exigidos. Mas para algumas coisas não existem atalhos, inclusive para o crescimento profissional. “Quem trabalha a sua terra terá fartura de alimento, mas quem vai atrás de fantasias não tem juízo” (Provérbios 12.11).
Valorize o trabalho que você faz. Se você quer ser conhecido pela qualidade do seu trabalho, deve estar disposto a fazê-lo em quantidade, dedicando-lhe a maior parte do seu tempo. “Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói” (Provérbios 18.9). “Todo trabalho árduo traz proveito, mas o só falar leva à pobreza” (Provérbios 14.23).
Próxima semana tem mais!
MANÁ DA SEGUNDA® é uma reflexão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2013 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL - E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.
1. O que você pensa da “regra das 10.000 horas”? É um princípio válido para a realização profissional?
2. Você já investiu 10.000 horas ou mais fazendo algo em sua vida? Como você avalia seu grau de realização ou expertise nessa área?
3. Já que vivemos numa sociedade instantânea, tipo micro-ondas, como podemos evitar a tentação dos atalhos e estarmos dispostos a dedicar o tempo necessário para alcançar objetivos e metas importantes?
4. Os versos de Provérbios falam sobre “ir atrás de fantasias” e “só falar”. Você já observou ou vivenciou isso em sua carreira profissional? Como eles podem prejudicar o sucesso duradouro?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 10.4; 15.19; 20.4; 22.29; Mateus 5.13-16; Colossenses 3.17,23; Tiago 2.14-17.
1. Qual seu conceito sobre ética?
2. Que achou do conceito original de ética como "o lugar onde habitamos"?
3. Em sua opinião, o que leva o homem a deixar de fazer o que é certo preferindo o oposto?
4. Que achou do ponto de vista do articulista de que a força que leva o homem a fazer o que ele não quer é o pecado?Se desejar considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 4.23; Eclesiastes 12.14; Mateus 5.37; 7.12; Marcos 12.17; Filipenses 4.5.
A
primeira turma conclui o Curso neste ano e para o segundo semestre
deste ano pretendemos formar novas turmas da Faculdade de Teologia na
UNIESP,
graças a Deus! Os interessados já poderão fazer a inscrição para
o Processo Seletivo junto ao Projeto
Social na Rua Saldanha Marinho, 915.
As aulas são presenciais, matutina ou noturnamente, no período de
três anos. Há muitas formas de cursar um Curso Superior de Bacharel
em Teologia,
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independente de sua Confissão
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